quinta-feira, junho 10, 2010
da pequena comemoração.
Sempre pensei que a capacidade de superar as adversidades da vida fosse para poucos, mas não. O destino aposta em todo mundo, sem exceção. E ele mais uma vez apostou em mim, me dando uma grande oportunidade de aprendizado e de engrandecimento nestes últimos dias. Mesmo conhecendo minha fraqueza diante do medo e da incerteza e de ainda eu achar que não iria conseguir, eu consegui. Quando eu achava que não iria aguentar, eu aguentei e quando eu desejei chorar, eu enfrentei. Muitas vezes penso que vou desabar, mas sempre tem uma mão amiga que me segura e diz: "Força! Você consegue". É o que me ajuda a repassar essa força pro maridão. E estamos conseguindo superar cada etapa. Sem pressa. Claro que estamos muito além de nos compararmos ao notável pianista João Carlos Martins e sua imensa capacidade de superar as adversidades. Somos formigas diante da sua grandeza. O que eu quero dizer é que não devemos nos apavorar, nem nos abater, pois um desconhecido saber nos ensinará a lidar com as adversidades e tudo terminará bem. E foi assim hoje à tarde no hospital. Lá fora, enquanto os enfermeiros no saguão festejavam em polvorosa o show de abertura da Copa, eu e o maridão também festejávamos, mas era uma comemoração particular, quase íntima e bem mais modesta regada à chá de cidreira e a alta nas mãos. A Copa que espere, porque o que temos pressa é de festejar outra vitória - a do maridão. A única que importa.
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2 comentários:
É isso aí, Dé.
Também estou torcendo aqui por vocês.
Fiquem com Deus.
Beijos,
Patrí
E eu sei disso, com certeza. Obrigada sempre, Patrí. Beijos.
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